Denunciar fez bem e agora o que acontecerá com as outras ruas e à cidade?
Será que vale a pena denunciar?
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| Máscara do filme "Anônimo" utilizada simbolizando o repúdio aos corruptos. |
Eu sou aquela mulher
Creio na força imanente que vai gerando a família humana,numa corrente luminosa de fraternidade universal.
Creio na solidariedade humana,na superação dos erros e angústias do presente.Aprendi que mais vale lutar do que recolher tudo fácil.Antes acreditar do que duvidar.
Cora Coralina
KELLY KEY BABOU, MAS NÃO AGRADOU
SER MÃE É COMPARTILHAR TUDO COM OS FILHOS. SERÁ?
PARA UMA PESSOA ESPECIAL
Estar ao seu lado tem sido pra mim um presente muito especial. Te amo assim, com calma, sem pressa, te curtindo um pouquinho a cada dia.14 sintomas que devem levá-lo imediatamente ao médico - Saúde - Notícia - VEJA.com
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É HORA DA DIETA, VOLTEI AO TRABALHO
CRÔNICAS DE UMA MÃE DE FÉRIAS
Parabéns a velha senhora Bacabal
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM GÊNERO E RAÇA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
Parabéns a uma pessoa especial!
Complemento meu texto com este vídeo - reflitam!
E o carnaval já foi tarde!
Vamos relembrar do Carnaval em Bacabal na época que acontecia na Praça de Santa Teresinha?
Começava ainda pela manhã com o pessoal organizando e já se divertindo, a tarde, depois do meio dia, os foliões começavam a chegar de mansinho, lá pelas 16h as bandas começavam a tocar, eram uma animação só! Os “fofões” faziam a festa na praça arrancando risos de adultos e da criançada.
Quando a Turma do Pó e os outros blocos chegavam na praça com seu batuque animado ninguém resistia, até que não sabia sambar arriscava uns passinhos!
Uns foliões iam pra casa recarregar as energias outros ficavam pela praça esperando os bailes no Vanguard, Icaraí e AABB, quanta delícia!
Ainda tinha os vesperais para crianças que os adultos aproveitam também.
E agora é uma baianada só! O carnaval se resume a abadás, que não tem não brinca! Esqueceram que em Bacabal tem crianças que precisam também de diversão. As bandas coomeçam a tocar acho que pela meia noite, nunca fiquei pra ver. Quem leva seus filhos cedo para o “Centro Cultural” não encontra nem música eletrônica para animá-los. Será que saberão o que é carnaval? Ou ouvirão apenas as histórias de seus pais saudosos revivendo as folias?
Sem falar da desvalorização da cultura, ainda lembro que fui em ensaio de escola de samba lá no Ramal!
As bandas daqui animam o carnaval dos blocos em outras cidades porque aqui não são devidamente reconhecidos, no caso da Banda Compromisso e Swing Mania que arrasaram em Olho D’água das Cunhãs, estive lá e conferi.
Então comunidade é chegada a hora de reivindicarmos ao poder público e organizadores do Carnaval, em atenção aos nossos filhos, que se repense a Folia de Momo para o ano vindouro.
Jardim Valéria ou Jardim Buraco?
Será que santo de casa não faz mesmo milagre?
Ser conivente com situações é ser participante ativo
Se todos os políticos da cidade sabem da situação que está a prestação de serviço na área da saúde e nada fazem, são, de fato coniventes com a situação. A indignação não é apenas minha, mas de todos, o que escrevi anteriormente é apenas um reflexo do que escuto pelas ruas pois o descaso é geral, até quando seremos ordeiros para suportar tudo isso?
A população está atenta, eleição vem aí, a maquiagem vai começar provalvemente no próximo ano, com bons atendimentos, quem já presenciou vai ver de novo.
Bacabal em rede nacional
acesse ao link para assistir a reportagem: Bacabal em manchete
BACABAL NO FANTÁSTICO
Leiam o texto da reportagem exibida no Fantástico do dia 30/01/2011 sobre Bacabal: “Olhando de perto, mais parece uma jaula, como se a gente estivesse em um zoológico. Uma situação nunca vista antes.
No interior do Maranhão, a “jaula” para seres humanos fica em uma delegacia. “Ela é destinada ao banho de sol e ao encontro de visitantes. Mas, na verdade, funciona como um depósito para colocar presos”, explica o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão, Amon Jessen.
E o que dizer quando o preso está do jeito que pode ser visto no vídeo? Fica na maior delegacia de Bacabal - cidade maranhense de 100 mil habitantes – a “jaula” mostrada no início dessa reportagem. Não tem água, não tem banheiro. Não tem teto e começa a chover. Sem opção, os presos ficam na chuva.
De manhã, os presos contam que o sofrimento durou a noite toda. “Agorinha, eu rezei para não chover mais. Se cair outra chuva aqui, Ave Maria, nós estamos mortos”, conta um preso, que não tem previsão de ir embora.
“É realmente uma situação que não é típica, que não deve ser constante e que realmente a gente precisa ver o que está acontecendo”, explica o secretario de Segurança do Maranhão, Aluísio Mendes.”
Até quando suportaremos essas e outras situações?
Retirado do site:

















